Na canção “O Progresso” gravada pelo rei Roberto Carlos em 1976 ele diz: “...Eu queria não ver tantas nuvens escuras nos ares, navegar sem achar tantas manchas de óleo nos mares ...”, pois é esse alerta feito há 34 anos não surtiu efeito, já que há mais de 40 dias o mundo assiste estarrecido e perplexo um derramamento de óleo no Golfo do México provocado por uma explosão de uma plataforma de petróleo de uma multinacional inglesa poluindo toda aquela área. Interessante que esse acidente aconteceu a apenas mil e quinhentos metros de profundidade e os técnicos não estão conseguindo estancar, fico imaginando no estrago que acontecerá com um acidente semelhante daqui a alguns anos nesse projeto megalomaníaco do Pré-sal quando vão extrair petróleo a 7 mil metros de profundidade, pense numa tragédia anunciada.
Essa introdução é para lembrar que 5 de junho comemora-se o dia mundial do Meio Ambiente, e eu como Geógrafo e Ecologista, gostaria de fazer algumas considerações sobre esse tema.
O mundo tem assistido, quase diariamente, às agressões criminosas que são praticadas pelo homem contra a natureza e os animais, pois apesar de todo o progresso da Ciência, infelizmente ainda não foi possível conciliar plenamente desenvolvimento com Ecologia. A “Rio 92”, a famosa conferência Internacional sobre Ecologia e Desenvolvimento, mesmo tendo deixado um documento importante sobre o assunto, não foi posto em prática, principalmente pelos países do primeiro mundo que não respeitaram nem cumpriram as determinações da Eco 92, fato que repetiu-se com o protocolo de Kioto no Japão e a Conferência do Clima em dezembro de 2009 em Compenhague na Dinamarca.
Os exemplos de Chernobil na ex União Soviética, do Exxon Valdez, no Alaska, da Guerra do Golfo Pérsico e tantos outros não foram suficientes para que a humanidade se conscientizasse do perigo iminente e da importância da preservação do Planeta para sobrevivência de todos. Além desses, os maiores são: a escassez de água, a pobreza e a miséria, agravados mais ainda pela superpopulação nos países subdesenvolvidos, o que complica, sobretudo, pela falta de educação, alimentação e saneamento, atingindo, principalmente a saúde. Aqui no Brasil temos os exemplos tristes da destruição da vegetação do semiárido ( caatinga) e como conseqüência a sua desertificação, o desmatamento da Amazônia, a agressão ao Pantanal Matogrossense e a destruição da Mata Atlântica.
É importante lembrar que o poder econômico, especialmente as multinacionais, trabalha em cima de lucros, sem a preocupação de estar ou não destruindo a natureza. Tem razão o rei Roberto Carlos quando canta :”...Diante da economia, quem pensa em Ecologia, se o dólar é verde, é mais forte que o verde que havia...”

Essa introdução é para lembrar que 5 de junho comemora-se o dia mundial do Meio Ambiente, e eu como Geógrafo e Ecologista, gostaria de fazer algumas considerações sobre esse tema.
O mundo tem assistido, quase diariamente, às agressões criminosas que são praticadas pelo homem contra a natureza e os animais, pois apesar de todo o progresso da Ciência, infelizmente ainda não foi possível conciliar plenamente desenvolvimento com Ecologia. A “Rio 92”, a famosa conferência Internacional sobre Ecologia e Desenvolvimento, mesmo tendo deixado um documento importante sobre o assunto, não foi posto em prática, principalmente pelos países do primeiro mundo que não respeitaram nem cumpriram as determinações da Eco 92, fato que repetiu-se com o protocolo de Kioto no Japão e a Conferência do Clima em dezembro de 2009 em Compenhague na Dinamarca.
Os exemplos de Chernobil na ex União Soviética, do Exxon Valdez, no Alaska, da Guerra do Golfo Pérsico e tantos outros não foram suficientes para que a humanidade se conscientizasse do perigo iminente e da importância da preservação do Planeta para sobrevivência de todos. Além desses, os maiores são: a escassez de água, a pobreza e a miséria, agravados mais ainda pela superpopulação nos países subdesenvolvidos, o que complica, sobretudo, pela falta de educação, alimentação e saneamento, atingindo, principalmente a saúde. Aqui no Brasil temos os exemplos tristes da destruição da vegetação do semiárido ( caatinga) e como conseqüência a sua desertificação, o desmatamento da Amazônia, a agressão ao Pantanal Matogrossense e a destruição da Mata Atlântica.
É importante lembrar que o poder econômico, especialmente as multinacionais, trabalha em cima de lucros, sem a preocupação de estar ou não destruindo a natureza. Tem razão o rei Roberto Carlos quando canta :”...Diante da economia, quem pensa em Ecologia, se o dólar é verde, é mais forte que o verde que havia...”

José Normando Bezerra
Geógrafo e Professor
Natal - RN
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