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As candidaturas de Plínio Arruda Sampaio e Hamilton Assis pelo PSOL apresenta-se ao país em 2010 como uma opção de esquerda, socialista, popular, feminista, anti-racista e ecológica - que propõe ruptura com a política econômica, social e ambiental em vigor no país nos últimos 16 anos e o resgate da esperança no horizonte socialista.
Nessas eleições, o PSOL vai às ruas com Plínio Arruda Sampaio, Hamilton Assis e sua militância disputar corações e ideias de milhões de brasileiros; dialogar com os movimentos sociais autênticos e apoiar as suas demandas e ações; buscar resgatar a necessária unidade de uma autêntica, combativa e renovada esquerda socialista, inspirada em 510 anos de resistência popular, operária, negra, indígena e feminista.
Na campanha presidencial, vamos debater com a população que o Brasil não vai bem como alardeiam os índices oficiais. Evidência disso são as tragédias vividas pelas populações de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro – no final do ano passado e começo deste - e, agora pelo povo de Alagoas, Bahia e Pernambuco em decorrência da falta de infra-estrutura e de investimentos nos programas de combate às enchentes.
Os desabamentos em áreas de risco põem a nu também o desastre da política habitacional do atual governo, que anunciou com pompa um programa limitado a um milhão de moradias. Programa este que recebeu mais de 18 milhões de inscrições, o que significa que, dos inscritos no “Minha Casa, Minha Vida”, 17 milhões de famílias em todo o país já estão sobrando.
Assim como o desemprego estrutural, as tragédias humanas e ambientais visíveis a cada enchente, a vida sem esperança e a violência nas grandes periferias e morros das capitais revelam que não há solução se for mantida a mesma política econômica, que as candidaturas da ordem defendem
As candidaturas de Plínio Arruda Sampaio e Hamilton Assis pelo PSOL apresenta-se ao país em 2010 como uma opção de esquerda, socialista, popular, feminista, anti-racista e ecológica - que propõe ruptura com a política econômica, social e ambiental em vigor no país nos últimos 16 anos e o resgate da esperança no horizonte socialista.
Nessas eleições, o PSOL vai às ruas com Plínio Arruda Sampaio, Hamilton Assis e sua militância disputar corações e ideias de milhões de brasileiros; dialogar com os movimentos sociais autênticos e apoiar as suas demandas e ações; buscar resgatar a necessária unidade de uma autêntica, combativa e renovada esquerda socialista, inspirada em 510 anos de resistência popular, operária, negra, indígena e feminista.
Na campanha presidencial, vamos debater com a população que o Brasil não vai bem como alardeiam os índices oficiais. Evidência disso são as tragédias vividas pelas populações de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro – no final do ano passado e começo deste - e, agora pelo povo de Alagoas, Bahia e Pernambuco em decorrência da falta de infra-estrutura e de investimentos nos programas de combate às enchentes.
Os desabamentos em áreas de risco põem a nu também o desastre da política habitacional do atual governo, que anunciou com pompa um programa limitado a um milhão de moradias. Programa este que recebeu mais de 18 milhões de inscrições, o que significa que, dos inscritos no “Minha Casa, Minha Vida”, 17 milhões de famílias em todo o país já estão sobrando.
Assim como o desemprego estrutural, as tragédias humanas e ambientais visíveis a cada enchente, a vida sem esperança e a violência nas grandes periferias e morros das capitais revelam que não há solução se for mantida a mesma política econômica, que as candidaturas da ordem defendem
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