Prof. Dr. Antonio Ronaldo Gomes Garcia
16/10/2010
Vivemos um momento de tomada de decisão, o nosso país vive um instante eleitoral crucial, de um lado temos o PT na pessoa da Dilma Rouself, do outro lado, temos o PSDB na figura do Serra. Antes deste momento, tivemos as eleições do dia 03/10/2010, onde o nosso candidato Plínio de Arruda Sampaio, representando o PSOL colocou claramente a proposta do PSOL para governa o país e disse que os demais postulantes haviam abandonado o projeto que colocava o povo em primeiro lugar, eles adotaram a burguesia e esqueceram o povo, os trabalhadores do nosso país. Agora, é Dilma continuando o projeto de Lula, ou é Serra para resgatar as políticas do FHC.
Em 2010 quis o povo novamente um segundo turno entre PSDB e PT. Nossa posição de independência não apoiando nenhuma das duas candidaturas está fundamentada no fato de que não há por parte destas nenhum compromisso com pontos programáticos defendidos pelo PSOL. Sendo assim, independentemente de quem seja o próximo governo, seremos oposição de esquerda e programática, defendendo a seguinte agenda: auditoria da dívida pública, mudança da política económica, prioridade para saúde e educação, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, defesa do meio ambiente, contra a revisão do código florestal, defesa dos direitos humanos segundo os pressupostos do PNDH3, reforma agrária e urbana ecológica e ampla reforma política – fim do financiamento privado e em favor do financiamento público exclusivo, como forma de combater a corrupção na política.-Executiva Nacional do PSOL – 15 de outubro de 2010.
O PSDB e PT partidos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais se negam a fazer um governo que atenda as reias necessidades do nosso povo brasileiro, que hoje são reinvidicações do Partido Socialismo e Liberdade, muito bem apresentadas pelo companheiro Plínio de Arruda Sampaio e seu vice Hamilton Assis. Serra que representa o PSDB é o candidato a presidente que dará continuidade ao projeto de governo do FHC, onde as privatizações, a desvalorização do servidor público, as políticas neoliberais são evidentes. Com o governo do PSDB as classes sociais menos favorecidas tendem a desaparecerem e a classe média ocupa o espaço deixado por elas, os ricos, os donos do capital este sim, só tem a ganhar. Portanto, para estes a opção por Serra pelo PSDB é fundamental. Por outro lado, temos o PT, que apesar dos pesares, ainda parece ser a melhor opção. Este não diverge muito do PSDB, este não fez a sua lição de casa, não fez o que o PSOL assumi hoje em seu programa de governo, a saber: auditoria da dívida pública, mudança da política económica, prioridade para saúde e educação, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, defesa do meio ambiente, contra a revisão do código florestal, defesa dos direitos humanos segundo os pressupostos do PNDH3, reforma agrária e urbana ecológica e ampla reforma política – fim do financiamento privado e em favor do financiamento público exclusivo, como forma de combater a corrupção na política. Pelo contrário, deu continuidade a política económica do FHC, e aproveitando o momento económico favorável fez a diferença dando algumas sobras para a população brasileira, melhorando assim a auto estima do povo brasileiro. No lugar das privatizações, adotou a terceirização do serviço público. A dificuldade que hoje tem este governo de permanecer no poder foi o arroxo salarial dos aposentados, o salário mínimo ainda insuficiente, a crescente falta de saúde pública, educação, segurança e moradia para milhares de família, se quer tocou em temas fortes como a reforma agrária, a reforma política e tributária, quando fez reforma, fez na previdência social, deixando os trabalhadores que deram a sua força de trabalho para o crescimento do país numa situação delicada. Como se não bastasse é um governo cercado por denuncias de corrupção, onde só é apurado os fatos, mas que ninguém sofre punição, o máximo que se tem feito é afastar o denunciado do cargo, onde cai no esquecimento, sai da mídia e nada acontece. Daí, toda esta dificuldade em fazer Dilma a nossa presidente da república e o medo de muitos de ter de volta o governo de FHC, na figura do Serra.
Para os socialistas, a conquista de espaços na estrutura institucional do Estado não é a única nem a principal das suas ações revolucionárias. Em todas estas, os objetivos centrais e prioritários são sempre os mesmos: conscientizar e organizar os trabalhadores, a fim de prepará-los para o embate decisivo contra o poder burguês.-Plínio de Arruda Sampaio.
Fiel a esta linha, a campanha do PSOL concentrou-se no tema da igualdade social, o que possibilitou demonstrar claramente que, embora existam diferenças entre os candidatos da ordem, são diferenças meramente adjetivas.
Isto ficou muito claro diante da recusa assustada e desmoralizante das três candidaturas a firmar compromissos com propostas de entidades populares - como a CPT, o MST, as centrais sindicais, o ANDES, o movimento dos direitos humanos - nas questões chaves da reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, aplicação de 10% do PIB na educação, combate à criminalização da pobreza.-Plínio de Arruda Sampaio.
O candidato José Serra representa a burguesia mais moderna, mais organicamente ligada ao grande capital internacional, mais truculento na repressão aos movimentos sociais. No plano macroeconômico, não se afastará do modelo neoliberal nem deterá o processo de reversão neocolonial que corrói a identidade moral do povo brasileiro. A política externa em relação aos governos progressistas de Chávez, Correa e Morales será um desastre completo.
A candidata Dilma Rousseff é uma incógnita. Se prosseguir na mesma linha do seu criador - o que não se tem condição de saber - o tratamento aos movimentos populares será diferente: menos repressão e mais cooptação. Do mesmo modo, Cuba, Venezuela, Equador e Bolívia continuarão a ter apoio do Brasil.-Plínio de Arruda Sampaio.
O que é melhor para a luta do povo? Enfrentar um governo claramente hostil e truculento ou um governo igualmente hostil, porém mais habilidoso e mais capaz de corromper politicamente as lideranças populares?
Ao longo dos debates do primeiro turno, a candidatura do PSOL cumpriu o papel de expor essa realidade e cobrar dos representantes do sistema posicionamento claro contra a desigualdade social que marca a história do Brasil e impõe à grande maioria da população um muro que a separa das suas legítimas aspirações. Nenhum deles se dispôs a comprometer-se com a derrubada desse muro. Essa é a razão que me tranqüiliza, no diálogo com os movimentos sociais com os quais me relaciono há 60 anos e com os brasileiros que confiaram a mim o seu voto, de que a única posição correta neste momento é do voto nulo. Não como parte do "efeito manada" decorrente das táticas de demonização que ambas candidaturas adotam a fim de confundir o povo. Mas um claro posicionamento contra o atual sistema e a manifestação de nenhum compromisso com as duas candidaturas.-Plínio de Arruda Sampaio.
Confesso que está muito difício decidir, mas como orienta o partido, é justo que fiquemos unidos fazendo frente aos votos nulos. O que para mim é também muito complexo uma vez que isto não nos exime da culpa de levar o país a uma situação delicada e complexa como já vivemos um dia. Existem coisas na fala do nosso candidato a presidente que, de certo modo, direcionam na pior das hipóteses um voto de confiança para a Dilma Rouself, para o PT descaracterizado que não mais representa os anseios do povo, da classe trabalhadora.
Na verdade, estamos todos com medo, com medo dos arroxos salariais que era comum no governo do PSDB, das constantes falta de respeito com os trabalhadores, com os aposentados, chegando a chamar este último de vagabundo, mas o que esperávamos de oito anos do governo Lula, não é isto que aí está, passando agora a faixa para uma pessoa que se quer sabemos que direção, que rumo o país vai tomar. Este governo Lula, passa o vexame que merece por ter dado as costas para o povo brasileiro e adotado a burguesia em detrimento do povo brasileiro. O medo que passa este governo de não eleger a sua sucessora é evidente e isto tudo é a resposta do povo a insatisfação por seu governo provocada, bem que poderíamos está com o povo e mais uma vez merecer a confiança do povo.
O PT, passou oito anos no poder, tem feito qualquer coisa para se manter no poder, se coligou com as piores espécie de gente do nosso cenário político para se perpetuar no poder, fez as mais esdruchulas alianças políticas, com o PT os meios justificam o fim é assim que eles têm feito para permanecer no poder, este tipo de política não era o que desejávamos, muito menos o que esperávamos, portanto, aí reside a dificuldade de vota mais uma vez no PT, representado aqui por um corpo estranho, uma criatura que foi criada por Lula para lhe substituir. Vamos vota em branco, ou nulo, ou em Dilma, mas em Serra nem pensar, este é o pesadelo que não desejamos ter.
16/10/2010
Vivemos um momento de tomada de decisão, o nosso país vive um instante eleitoral crucial, de um lado temos o PT na pessoa da Dilma Rouself, do outro lado, temos o PSDB na figura do Serra. Antes deste momento, tivemos as eleições do dia 03/10/2010, onde o nosso candidato Plínio de Arruda Sampaio, representando o PSOL colocou claramente a proposta do PSOL para governa o país e disse que os demais postulantes haviam abandonado o projeto que colocava o povo em primeiro lugar, eles adotaram a burguesia e esqueceram o povo, os trabalhadores do nosso país. Agora, é Dilma continuando o projeto de Lula, ou é Serra para resgatar as políticas do FHC.
Em 2010 quis o povo novamente um segundo turno entre PSDB e PT. Nossa posição de independência não apoiando nenhuma das duas candidaturas está fundamentada no fato de que não há por parte destas nenhum compromisso com pontos programáticos defendidos pelo PSOL. Sendo assim, independentemente de quem seja o próximo governo, seremos oposição de esquerda e programática, defendendo a seguinte agenda: auditoria da dívida pública, mudança da política económica, prioridade para saúde e educação, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, defesa do meio ambiente, contra a revisão do código florestal, defesa dos direitos humanos segundo os pressupostos do PNDH3, reforma agrária e urbana ecológica e ampla reforma política – fim do financiamento privado e em favor do financiamento público exclusivo, como forma de combater a corrupção na política.-Executiva Nacional do PSOL – 15 de outubro de 2010.
O PSDB e PT partidos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais se negam a fazer um governo que atenda as reias necessidades do nosso povo brasileiro, que hoje são reinvidicações do Partido Socialismo e Liberdade, muito bem apresentadas pelo companheiro Plínio de Arruda Sampaio e seu vice Hamilton Assis. Serra que representa o PSDB é o candidato a presidente que dará continuidade ao projeto de governo do FHC, onde as privatizações, a desvalorização do servidor público, as políticas neoliberais são evidentes. Com o governo do PSDB as classes sociais menos favorecidas tendem a desaparecerem e a classe média ocupa o espaço deixado por elas, os ricos, os donos do capital este sim, só tem a ganhar. Portanto, para estes a opção por Serra pelo PSDB é fundamental. Por outro lado, temos o PT, que apesar dos pesares, ainda parece ser a melhor opção. Este não diverge muito do PSDB, este não fez a sua lição de casa, não fez o que o PSOL assumi hoje em seu programa de governo, a saber: auditoria da dívida pública, mudança da política económica, prioridade para saúde e educação, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, defesa do meio ambiente, contra a revisão do código florestal, defesa dos direitos humanos segundo os pressupostos do PNDH3, reforma agrária e urbana ecológica e ampla reforma política – fim do financiamento privado e em favor do financiamento público exclusivo, como forma de combater a corrupção na política. Pelo contrário, deu continuidade a política económica do FHC, e aproveitando o momento económico favorável fez a diferença dando algumas sobras para a população brasileira, melhorando assim a auto estima do povo brasileiro. No lugar das privatizações, adotou a terceirização do serviço público. A dificuldade que hoje tem este governo de permanecer no poder foi o arroxo salarial dos aposentados, o salário mínimo ainda insuficiente, a crescente falta de saúde pública, educação, segurança e moradia para milhares de família, se quer tocou em temas fortes como a reforma agrária, a reforma política e tributária, quando fez reforma, fez na previdência social, deixando os trabalhadores que deram a sua força de trabalho para o crescimento do país numa situação delicada. Como se não bastasse é um governo cercado por denuncias de corrupção, onde só é apurado os fatos, mas que ninguém sofre punição, o máximo que se tem feito é afastar o denunciado do cargo, onde cai no esquecimento, sai da mídia e nada acontece. Daí, toda esta dificuldade em fazer Dilma a nossa presidente da república e o medo de muitos de ter de volta o governo de FHC, na figura do Serra.
Para os socialistas, a conquista de espaços na estrutura institucional do Estado não é a única nem a principal das suas ações revolucionárias. Em todas estas, os objetivos centrais e prioritários são sempre os mesmos: conscientizar e organizar os trabalhadores, a fim de prepará-los para o embate decisivo contra o poder burguês.-Plínio de Arruda Sampaio.
Fiel a esta linha, a campanha do PSOL concentrou-se no tema da igualdade social, o que possibilitou demonstrar claramente que, embora existam diferenças entre os candidatos da ordem, são diferenças meramente adjetivas.
Isto ficou muito claro diante da recusa assustada e desmoralizante das três candidaturas a firmar compromissos com propostas de entidades populares - como a CPT, o MST, as centrais sindicais, o ANDES, o movimento dos direitos humanos - nas questões chaves da reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução salarial, aplicação de 10% do PIB na educação, combate à criminalização da pobreza.-Plínio de Arruda Sampaio.
O candidato José Serra representa a burguesia mais moderna, mais organicamente ligada ao grande capital internacional, mais truculento na repressão aos movimentos sociais. No plano macroeconômico, não se afastará do modelo neoliberal nem deterá o processo de reversão neocolonial que corrói a identidade moral do povo brasileiro. A política externa em relação aos governos progressistas de Chávez, Correa e Morales será um desastre completo.
A candidata Dilma Rousseff é uma incógnita. Se prosseguir na mesma linha do seu criador - o que não se tem condição de saber - o tratamento aos movimentos populares será diferente: menos repressão e mais cooptação. Do mesmo modo, Cuba, Venezuela, Equador e Bolívia continuarão a ter apoio do Brasil.-Plínio de Arruda Sampaio.
O que é melhor para a luta do povo? Enfrentar um governo claramente hostil e truculento ou um governo igualmente hostil, porém mais habilidoso e mais capaz de corromper politicamente as lideranças populares?
Ao longo dos debates do primeiro turno, a candidatura do PSOL cumpriu o papel de expor essa realidade e cobrar dos representantes do sistema posicionamento claro contra a desigualdade social que marca a história do Brasil e impõe à grande maioria da população um muro que a separa das suas legítimas aspirações. Nenhum deles se dispôs a comprometer-se com a derrubada desse muro. Essa é a razão que me tranqüiliza, no diálogo com os movimentos sociais com os quais me relaciono há 60 anos e com os brasileiros que confiaram a mim o seu voto, de que a única posição correta neste momento é do voto nulo. Não como parte do "efeito manada" decorrente das táticas de demonização que ambas candidaturas adotam a fim de confundir o povo. Mas um claro posicionamento contra o atual sistema e a manifestação de nenhum compromisso com as duas candidaturas.-Plínio de Arruda Sampaio.
Confesso que está muito difício decidir, mas como orienta o partido, é justo que fiquemos unidos fazendo frente aos votos nulos. O que para mim é também muito complexo uma vez que isto não nos exime da culpa de levar o país a uma situação delicada e complexa como já vivemos um dia. Existem coisas na fala do nosso candidato a presidente que, de certo modo, direcionam na pior das hipóteses um voto de confiança para a Dilma Rouself, para o PT descaracterizado que não mais representa os anseios do povo, da classe trabalhadora.
Na verdade, estamos todos com medo, com medo dos arroxos salariais que era comum no governo do PSDB, das constantes falta de respeito com os trabalhadores, com os aposentados, chegando a chamar este último de vagabundo, mas o que esperávamos de oito anos do governo Lula, não é isto que aí está, passando agora a faixa para uma pessoa que se quer sabemos que direção, que rumo o país vai tomar. Este governo Lula, passa o vexame que merece por ter dado as costas para o povo brasileiro e adotado a burguesia em detrimento do povo brasileiro. O medo que passa este governo de não eleger a sua sucessora é evidente e isto tudo é a resposta do povo a insatisfação por seu governo provocada, bem que poderíamos está com o povo e mais uma vez merecer a confiança do povo.
O PT, passou oito anos no poder, tem feito qualquer coisa para se manter no poder, se coligou com as piores espécie de gente do nosso cenário político para se perpetuar no poder, fez as mais esdruchulas alianças políticas, com o PT os meios justificam o fim é assim que eles têm feito para permanecer no poder, este tipo de política não era o que desejávamos, muito menos o que esperávamos, portanto, aí reside a dificuldade de vota mais uma vez no PT, representado aqui por um corpo estranho, uma criatura que foi criada por Lula para lhe substituir. Vamos vota em branco, ou nulo, ou em Dilma, mas em Serra nem pensar, este é o pesadelo que não desejamos ter.
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Eu voto 50. Bezerrão do PSOL
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