“Eu sou um negro gato de arrepiar/ E essa minha vida é mesmo de amargar/ Só mesmo de um telhado/ Aos outros desacato/ Eu sou um negro gato...” Com essa música do compositor Getúlio Côrtes, lembro neste 20 de novembro, dia da Consciência Negra que esse foi o autor negro mais gravado pelo rei Roberto Carlos. Ele também foi o primeiro compositor que teve por três vezes, duas músicas gravadas pelo Rei em um mesmo disco, fato ocorrido no LP “Jovem Guarda” em 1965, o LP de 1966 e “O Inimitável”, em 1968. São dele, as seguintes canções: “Noite de terror” (1965), “O Feio” em parceria com Renato Barros (1965), “Pega ladrão” (1965),” Negro gato” (1966), “ O gênio” (1966), “O Sósia” (1967), as belíssimas “Quase fui lhe procurar” e “O Tempo vai apagar” essa em parceria com Paulo César Barros no ano mítico e místico de 1968., “Nada tenho a perder” (1969), “Uma palavra amiga” (1970), “Eu só tenho um caminho” (1971), “Atitudes” (1973), “Por motivo de força maior” (1976).
A compositora Helena dos Santos foi primeira mulher a ter canções gravadas por Roberto. São dela: “Na Lua não há”, (1963), “Meu grande bem” (1964),”Como é bom saber” (1965), “Sorrindo para mim” (1965), “Esperando você” (1966), “Fiquei tão triste” (1967), “Nem mesmo você” (1968), “Do outro lado da cidade” (1969), “O Astronauta” (1970), “Agora eu sei” (1972), “Recordações” (1982),as três últimas em parceria com Edson Ribeiro. Por falar em Edson Ribeiro, foi o primeiro negro a ter músicas gravadas pelo Rei, tendo participado, inclusive, de seu primeiro LP lançado em 1961 com a canção “Só você” uma parceria com Renato Côrte Real. Compôs ainda: “Aquele beijo que te dei” (1965),”Não precisas chorar” (1966), “Você deixou alguém a esperar” (1967), “Ninguém vai tirar você de mim” e “Custe o que custar”, ambas em parceria com Hélio Justo no ano de 1968, “Não adianta” (1969), “O Astronauta (1970), “Agora eu sei” (1972) e “Recordações” (1982).
Do genial Tim Maia gravou: “Não vou ficar” (1969); do talentoso Djavan “A Ilha” (1980). De Wando: “A menina e o poeta”(1976). Do Golden Boy Renato Correia: “É papo firme” parceria com Donaldson Gonçalves (1966) e “Eu amo demais” (1968). Do romântico Nenéo: “Quero ter você perto de mim” (1969), “O dia-a-dia”, parceria com Fred Jorge (1976) e “Hoje é domingo” com Dalmo Belote (1993). Do compositor Pilombeta: “Escreva uma carta meu amor” parceria com Tito Silva (1965) e “Tudo que sonhei” (1967). Do autor Niquinho: “Gosto do jeitinho dela” (1965) e “Ar de moço bom” (1966), ambas com Othon Russo. Do monstro sagrado Dorival Caymmi, “Acalanto” (1972). Do maravilhoso Ataulfo Alves em parceria com Mário Lago: “Ai que saudades da Amélia” (1976). De Altay Veloso: “Dito e feito” (1992) e “Parabéns” (1993). E por fim do fera Milton Nascimento com Wagner Tiso: “Coração de estudante”no CD Duetos (2006).
Esses são, portanto, autores negros que enriqueceram a discografia do rei Roberto Carlos e ajudaram-lhe a ser o cantor mais amado pelos brasileiros como retrata bem a saudosa Helena dos Santos na canção: “Nem mesmo você pode entender porque tanto amor me prende a você...”
José Normando Bezerra
Pte. Fã Clube Além do Horizonte/ Natal/RN,novembro/2010
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A meGaLOBO RACISMO? A violência do preconceito racial no Brasil personagem (Uma negra degradada pedinte com imagem horrenda destorcida e bosalizada é a Adelaide do Programa Zorra Total, Rede Globo do ator Rodrigo Sant’Anna? Ele para a Globo e aos judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção) é o centro de produção da Rede Globo que é dominado pelos judeus Arnaldo Jabor, Luciano Huck,Tiago Leifert, Pedro Bial, William Waack, William Bonner, Mônica Waldvogel, Sandra Annenberg Wolf Maya, Daniel Filho e o poderoso Ali Kamel diretor chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do racismo,que ironicamente tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de inverdades e teses racistas contra os negros afro-decendentes brasileiros) E por Maurício Sherman Nisenbaum(que Grande Otelo, Jamelão e Luis Carlos da Vila chamavam o de racista porque este e o Judeu racista Adolfo Block dono Manchete discriminavam os negros)responsável dirige o humorístico Zorra Total Foi o responsável pela criação do programa e dos programas infantis apresentados por Xuxa e Angélica, apresentadoras descobertas e lançadas por ele no seu pré-conceitos de padrão de beleza e qualidade da Manchete TV dominada por judeus,este BULLIYING NEGLIGENTE PERVERSO que nem ADOLF HITLER fez aos judeus mas os judeusionistas da TV GLOBO faz para a população negra afro-descendente brasileira isto ocorre em todo lugar do Brasil para nós não tem graça, esta desgraça de Humor,que humilha crianças é desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc.o pior de tudo esta degradação racista constrangedora cruel é patrocinada e apoiada por o Sr Ali KAMEL (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113 nomes(Contra as contra raciais) com o Senador DemóstenesTorres que foi cassado por corrupção) TV Globo esta mesma que fez anuncio constante do programa (27ª C.E. arrecada mais de R$ 10,milhões reais de CENTARROS para esmola da farsa e iludir enganando escondendo a divida ao BNDES de mais de 3 bilhões dollares dinheiro publico do Brasil ) que tem com o título ‘A Esperança é o que nos Move’, o show do “Criança Esperança” de 2012 celebrará a formação da identidade brasileira a partir da mistura de diferentes etnias) e comete o Genocídio racista imoral contra a maior parte do povo brasileiro é lamentável que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto afro-indigena brasileiro é lamentavel que o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas e assim no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem. (A atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança no apoteótico deste estereótipo desleal e cruel se amedronta diante aquela mulher extremem ente feia) para nós negros afros brasileiros a Rede GLOBO promove incentivo preconceito raciais que humilha e choca o povo brasileiro.Taryk Al Jamahiriya. Afro-indigena brasileira da Organização Negra Nacional Quilombo – ONNQ 20/11/1970 – REQBRA Revolução Quilombolivariana do Brasil quilombonnq@bol.com.br
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