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Psol nega cargos para DEM na prefeitura de Macapá

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"Não existe a menor chance de uma disputa presidencial", diz Marcelo Freixo
Marcelo Freixo, apesar de ser apontado com um dos presidenciáveis da legenda devido ao bom desempenho eleitoral que teve no Rio de Janeiro, nega que pense na hipótese.
Como costuma acontecer em partidos de esquerda de matriz ortodoxa, o Psol já enfrenta uma polêmica interna em torno da vitória em sua primeira capital, Macapá.
A sigla contou com o apoio do DEM na campanha, mas os seus dirigentes nacionais rechaçam a ideia de convidar o partido de ACM Neto pata participar do governo .
"Isso (o acordo) foi um erro que não cometi aqui, no Rio de Janeiro. Espero que eles não participem do governo", diz o deputado estadual Marcelo Freixo, que chegou ao segundo turno no Rio de Janeiro.
"Vamos conversar, mas manteremos a coerência. Não podemos participar de um rebaixamento ideológico", diz o presidente do partido, Ivan Valente.

Palácio
Com a conquista de sua primeira capital, Macapá, o pequeno Psol começa a pensar grande. O partido que nasceu de um racha do PT e hoje faz oposição (à esquerda) ao governo de Dilma Rousseff já pensa no Palácio do Planalto em 2014.
Apesar de ser apontado com um dos presidenciáveis da legenda devido ao bom desempenho eleitoral que teve na eleição do Rio de Janeiro, o deputado estadual Marcelo Freixo disse à coluna que tem outros planos.
"A disputa (municipal) de 2016 é o meu objetivo. Não existe a menor chance de uma disputa presidencial". Questionado sobre qual seria o nome mais forte da legenda para encarar a tarefa de enfrentar Dilma Rosuseff, Aécio Neves, Marina Silva e quiçá Eduardo Campos, Freixo não pensa duas vezes.
"O senador Randolfe Rodrigues". Eleito no pleito de 2010 pelo Amapá, Ranfolfe foi o principal articulador da campanha vitoriosa do Psol com Clécio Luís na capital do estado.

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